quarta-feira, 9 de março de 2011

O tempo passa e a velocidade não é sentida...

Como os dias passam e a velocidade não sentida, depende de nós também e não só da rotação do nosso planeta. Estarmos atentos ao tempo que temos e que é para aproveitar, é um dever! Na maioria das vezes apenas o desperdiçamos. Não lhe damos o devido valor. Ele que é tão escasso e é um bem essencial para tudo na vida. Pois tudo necessita de tempo! Nós não nos damos o devido tempo para vivermos, respirarmos e podermos nos encontrar e reconhecermo-nos quando olhamos para o espelho, que na maioria das vezes, reflecte uma imagem desconhecida. Olharmo-nos e reconhecermo-nos é algo fabuloso...Mas as máscaras que insistem e persistem. Culpa nossa, que as colocamos e não as retiramos por simples medo da rejeição. A rejeição, um sentimento que não combina com um sorriso mas claramente com isolamento e cair de lágrimas. Lágrimas culposas, de desdém, de submissão, humilhação...? Não sei! Tantos são os casos... Mas em toda a infinidade de acontecimentos previstos ou imprevistos eles estão algures guardados, perdidos, ou ainda a acontecer neste preciso momento naquilo que desperdiçamos sem pensar e só nos damos conta, só sentimos a sua falta como um de um ente querido, quando de repente ele prega-nos uma partida, passa-nos uma rasteira e não chegamos a TEMPO aonde queríamos. Pois é, há tempo para tudo. Mas cabe a nós conciliá-lo, aproveitá-lo, fazer dele uma pastilha elástica de acontecimentos, eventos que tornam cada minuto uma nova sensação, uma nova história, até uma nova descoberta. Mas acima de tudo, devemos respeitá-lo porque a sua duração não é eterna mas sim imprevisível. Num piscar de olhos ele desaparece e nós também.

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