sexta-feira, 24 de junho de 2011

A Cura também tem altos e baixos!

Durante a cura de uma depressão temos altos e baixos. A única certeza, é que o tempo não pára, não espera e só nós temos as ferramentas para entrarmos no comboio da vida e sairmos da estação onde só vemos os comboios passar. Quando o nosso calcanhar de Aquiles é atingido, podemos voltar a sentir "aqueles medos" e querer voltar para trás para a "zona de conforto", ainda que esta nos tenha magoado tanto sem dar trégua. Até parece masoquismo, mas na verdade, trata-se apenas de ser a única realidade vivida e conhecida até ali. E por isso, muitas vezes aquilo a que deveria ser tão fácil dizer adeus, tem tanto controle sobre nós, fazendo muitas vezes voltarmos para trás, quando o caminho é para a frente. Quando sentimos esta sensação despoletada pelo que for, muitas emoções que corroboram essa vontade, vêm ao de cima. Mas devemos lembrar que estas emoções na maioria das vezes são infundadas, são apenas reflexos dos nossos medos e inseguranças que tentam puxar-nos para baixo outra vez. O que despoletou não é o problema, mas sim a nossa reação ainda sofrer com isso, o que demonstra que ainda temos algo a resolver interiormente.
Se nos imaginarmos a sermos puxados para o fundo do mar, sabemos que o ar eventualmente vai faltar, é aí que devemos espernear com a toda a nossa força para voltarmos à superfície. É fácil mantermo-nos na superfície a partir do momento em que olharmos para dentro de nós e sentirmos que realmente queremos ficar na superfície e nadar rumo ao mundo que almejamos, sem olharmos para baixo. Isto significa que a confiança em nós e no próximo já fazem parte das nossas ferramentas para viver, pois "Nenhum homem é uma ilha".
No fundo do mar estão as nossas limitações e devemos procurar ajuda para as enfrentar, de forma a encará-las e continuarmos o nosso caminho em frente. Sabemos que elas existem mas já não nos controlam. Quem está ao volante agora somos nós, a nossa confiança e vontade de viver, sentir, experienciar, aproveitarmos a dádiva de estarmos vivos e podermos fazer diferença, deixando a nossa marca neste mundo. Se ajudarmos uma pessoa que seja e se todos ajudarmos alguém, o mundo terá a sua ferida cicatrizada muito mais rápido. Nós vivemos num mundo doente, onde emoções negativas entraram e corromperam muitos e atormentam outros. Para sairmos da escuridão basta olharmos para a luz dentro de nós, a luz da vida.
O presente é o único espaço temporal real. As palavras passado e futuro são extensões da verdadeira palavra que define o tempo, presente. O presente é imprevisível e nunca sabemos qual vai ser o último momento em que podemos apreciar tudo e todos que nos rodeiam. O perder, desperdiçar tempo é relativo, depende da perspectiva de cada um. Por isso use o seu tempo da forma que o fizer feliz. Quando sentir a sua alma sorrir, saberá que está a viver em pleno o seu constante presente. Não se assuste, agradeça e siga em frente.
Momentos de resistência e de bonança estão sempre no caminho, a forma como os enfrentamos e abraçamos é que conta e define o curso do nosso caminho. Ouvirmos o nosso coração faz bem, o nosso instinto e intuição também. Permita ouvir-se a si e aos outros, leia nas entrelinhas e descobrirá sempre a sua resposta.

As palavras medo e insegurança têm sido uma constante em alguns dos meus textos. Quero apenas dizer que estas emoções têm tantas faces, que resumir todas elas num simples texto, talvez seja possível, mas gosto de advertir as diversas possíveis vertentes para que estas não o (a) apanhem na curva. Elas são tramadas e cheias de artimanhas, mas acredito que a confiança e força de vontade é que vão apanhá-las na curva!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sonoridades

A sonoridade do vazio, assusta o despreparado
A lamúria aflitiva que invade a alma, é desoladora
A força inesperada da confiança, conforta-nos
O acreditar, ainda que a medo no início,
é o primeiro passo de muitos
para saborearmos o verdadeiro gosto da vida.
O acreditar, o confiar, faz parte do viver!
O amor que tanto nos faz sorrir,
Que tanto nos faz chorar
É vivido em pleno, apenas quando acreditamos,
quando confiamos
O outro nos completa, nos complementa
Mas não nos define!
A sonoridade do vazio, não passa disso,
Vazio
As suas dúvidas deixemos para ele!
Nós, somos detentores de emoções de valor imensurável,
A sua sonoridade sim vale a pena, em alto e bom som
Até estremecer a alma de tanta alegria
Sentir a energia percorrer cada milímetro do nosso ser
E aí sim, estamos vivos!
Pois nos permitimos ser preenchidos pela luz da vida.
Até lá, apenas deambulamos...
Sem rumo até!

Quando nos sentimos vazios por dentro!

Este vazio que ocupa a mente nos torna voláteis!
As incertezas aproveitam e atentam os pensamentos.
Estranhamente ficamos sem resposta, mas os pontos de interrogação, como uma nuvem, envolvem a nossa linha de pensamentos.
Sempre que nos sentimos assim, uma boa solução será avaliarmos o lado bom e o lado mau da situação, pessoa, ou o que for que nos atormenta, colocarmos tudo numa balança e olharmos de frente com mente e coração abertos. A seguir podemos ver o real peso das tormentas e deparamo-nos com uma surpresa, as respostas que procuravámos tornam-se diferentes do que despoletou a semente da dúvida, pois as nossas questões interiores influenciam o dia a dia. As nossas reacções, demasiadas vezes são baseadas no que já passou, foi acumulando e nunca resolvido, por isso surgem as dúvidas, os medos e as inseguranças.
Todos temos os nossos medos e eles muitas vezes nos paralisam, não falamos, guardamos as aflições dentro de nós. De repente somos uma bomba relógio pronta a explodir e a explosão pode-se dar da pior forma e aquilo que era simples de resolver pode se tornar numa batalha completamente desnecessária.
Ouvir o outro, seja que grau tenha de ligação, é necessário e pode evitar a maioria dos nossos problemas. Muitas discussões que temos existem porque não ouvimos o outro, não observamos o outro, não lhe damos a devida atenção. Apesar de a vida ser corrida, se tirarmos cinco minutos, que podem ser preciosos, soluções aparecem ao invés de problemas.
O egoísmo é necessário, para que não sejamos pisados, mas atenção à demasia do mesmo, olhar apenas para o seu umbigo pode deturpar toda a realidade à sua volta. Deixa de conseguir discernir o que realmente é importante para si e para os que o cercam. Temos de reagir a este egoísmo que pode cegar o mais inteligente dos inteligentes e definir as nossas prioridades com moderação e consideração por si e pelos outros.
Se está a sofrer, porque um pensamento o (a) consome, fale, desabafe. Antes da sua certeza sobre a situação, fale com alguém amigo, familiar, psicólogo, quem desejar, muitas vezes alguém que até ali era um estranho em conversas generalizadas pode ajudar. Mas lembre-se, filtre sempre o que lhe é dito e ouça o seu instinto, antes de falar e ou agir. As nossas inseguranças são más conselheiras. Repito, mente e coração abertos é no que devemos nos focar quando analisamos algo que precisamos tomar decisões, mesmo que estas decisões sejam só interiores, para quando e se houver necessidade de confronto respondermos da melhor maneira, procurando sempre ser-se justo e correcto.
Contudo, há que ter atenção ao facto de quando tomamos uma resolução, principalmente se for apenas interior, temos de ter cuidado e nos certificarmos se está verdadeiramente resolvido dentro de nós, pois se deixarmos pontas soltas por negação ou resignação, a tormenta mais cedo ou mais tarde volta ao de cima e de repente o copo pode transbordar e voltar a abrir na nossa alma a ferida que nunca fechou, apenas tinha um remendo que colocámos para podermos prosseguir no momento sem fazermos maiores alaridos da situação. Isto também pode acontecer se estiver numa fase em que o medo e as inseguranças tenham estado a iludi-lo (a) e quando pensamos e repensamos em algo, corremos o risco de pensarmos tanto que até deixa de fazer sentido, por procurarmos a resposta no nosso pior estado possível, ou seja, quando estamos carregados dos tais medos e inseguranças, na maioria das vezes infundadas. Mas até nós vermos isso temos de ter cuidado, para não nos precipitarmos, temos de parar, respirar e reflectir de cabeça fria para chegarmos à conclusão mais justa possível, continuando a sermos fieís à nossa alma. Após a conclusão, temos de pesar o que está deveras resolvido e o que já conseguimos olhar de frente sem a nossa mente pregar-nos partidas, mas também temos de verificar se ficou alguma ponta solta por resolver e compreendermos que não é sozinho (a) que vai conseguir resolver, os elementos que fizerem parte da equação têm a sua cota parte tanto do problema como da solução. Pois por mais que erremos, não erramos sempre sozinhos! Atenção, discernimento, intuição e instinto são os melhores conselheiros para evitarmos dores de cabeça.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A pedra!

Um dia fui passear e encontrei uma pedra,
A pedra era grande, enorme,
Não conseguia movê-la,
E fiquei triste!
Fiquei ali um tempo, nem sem quanto,
Mas as estações mudaram
Até que de repente, decidi aceitar o facto
E contornei a pedra.
Segui o meu caminho em frente,
Mas a memória da pedra ficou,
De vez em quando lembro-me dela
E volto a ficar triste.
Um dia aprendi algo que me fez lembrar da pedra,
Mas curiosamente a sensação de tristeza diminuiu
Resolvi ir ao sitio onde estava a pedra,
Estava mais pequena, a erosão da vida havia a desgastado.
Percebi então que as estações que ali fiquei, nada resolvi
E todos os pequenos passos que dei e lições que aprendi,
Eu vivi e compreendi que o melhor que fiz foi ter contornado a pedra.
Assim prossegui e com o tempo a pedra foi desaparecendo,
Alterando a sua forma e cores
Foi a vida que aconteceu e pelo caminho a dor que a pedra provocava
foi diminuindo, diminuindo...
Compreendi e aceitei o que me tinha acontecido.
Agradeci aquela pedra,
Pois sem ela nunca teria crescido.
Os caminhos que percorri, o tempo que levei
podia ter sido mais, podia ter sido menos
O certo é que eu saí do lugar
E a pedra ficou lá onde pertence, no passado
Mas a aprendizagem que me trouxe, acompanha-me
Agora quando me lembro da pedra, sorrio
Porque não só a contornei, como a ultrapassei e evolui!

terça-feira, 14 de junho de 2011

O medo, a insegurança...no mundo e em nós

"O medo reside no sofrimento do passado e cria a dor do futuro."

"Antes de reagir, observe."

"As pessoas costumam sofrer mais do que a situação exige."

"Nosso maior adversário está dentro de nós"

"Vencer não é competir com o outro. É derrotar seus inimigos interiores."

"Muitas pessoas pensam que a felicidade somente será possível depois de alcançar algo, mas a verdade é que deixar para ser feliz amanhã, é uma forma de ser infeliz."

"Sua vida muda quando você muda"

"Você é a pessoa que escolher ser"



"Não tenha medo de ser você"



Frases de Roberto Shinyashiki





- Estou a ler um livro dele chamado "A coragem de confiar", até agora parece-me muito bom e ele consegue resumir e mostrar como o medo, a insegurança e a falta de confiança são pontos que assolam a sociedade de hoje tanto no meio em si como na nossa psique e as suas influências na nossa vida. Ele faz a ponte entre o nosso mundo exterior e interior e como estas palavras e emoções interagem e afectam a nossa vida. Por partilhar da opinião dele, acho que, como já disse em textos anteriores meus, somos nós que deixamos que isso aconteça e que na maioria das vezes o nosso interior e seus conflitos fazem com que nós nos tornemos no nosso maior carrasco.

Today My Life Begins - Bruno Mars (Lyrics) [HD]


Dedico esta música a todos que a letra desta música fizer sentido e espero que de alguma forma possa ajudar!!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Encontrar sem perder na Introspecção

Quando nos auto-analisamos precisamos de tempo e espaço, para estarmos bem connosco e com os outros também. Devemos porém, ter cuidado para não passarmos uma mensagem errónea para as pessoas que estão à nossa volta. A nossa busca por evolução espiritual, tem vários processos e em alguns deles está inserido reflexão, introspecção e recolha do nosso ser. Neste período pode incorrer um certo afastamento ou distanciamento de sua parte mas que nada tem a haver com mais ninguém. Caso tenha a haver, será melhor advertir para que uma solução possa ser encontrada. Lembre-se que uma corda demasiado esticada pode partir, portanto aconselho a ter em atenção não só os seus sentimentos mas também os dos outros, a quem pode afectar. Todos nós desempenhamos vários papeís na nossa vida e na daqueles que nos cercam, aqui o importante é termos respeito e noção do nosso lugar e espaço e do lugar e espaço dos outros.


Quando nos encontramos no olho do furacão nem sempre conseguimos associar a palavra simples à equação, normalmente temos tendência a complicar o que é simples. As respostas que procuramos estão em nós. Existem ajudas externas, o parceiro(a), um amigo(a), um familiar, simplesmente alguém com quem se sente à vontade e confia para falar, desabafar. Mas note que a conclusão final, só você é que pode lá chegar. Todos os outros podem lhe dar opiniões, indicações de soluções, mas só você sente o que realmente é adequado para si. Pense em tudo, desde as suas opiniões às de quem são importantes para si e na sua vida. Contudo, filtre toda a informação e siga a sua intuição e instinto, pois estes sim nos conhecem como a palma da mão e nos dão a resposta que procuramos quando menos esperamos, ou seja, quando nos permitimos ouvir o que realmente queremos e sentimos, quando admitimos as nossas falhas e acertos a nós próprios. Sabermos discernir isto é extremamente importante, nunca nos devemos deixar levar por comentários alheios, pela nossa própria raiva por não termos saído do lugar, insegurança entre outros. Temos sempre que procurar o que está realmente por trás das nossas reacções negativas. Este é o primeiro passo para chegarmos às respostas que almejamos e que enquanto não as compreendemos, muitas até nos tiram o sono. Mas garanto que pensar demais, especular não traz soluções nem muda nada, apenas aumenta o sofrimento interior.
As nossas decisões são escolhas e estas são somente nossas, e lembre-se que as consequências existem e estas serão conforme as escolhas que fizermos na vida. Porém quando a escolha acarreta consequências não só para si, tenha atenção redobrada na sua escolha. Num minuto podemos ter tudo e no minuto seguinte ficarmos sem nada.


Tudo tem uma razão de ser. Por vezes pensamos que algo que aconteceu é mau, mas quando olhamos para trás vemos que devido a esse acontecimento algo mudou em nós. E de situações desagradáveis resulta diversas vezes consciência e resposta para formas de comportamento, de ver a vida e os demais. Em suma podemos até ter uma epifânia que muda a nossa visão da realidade e por consequência a nossa vida. É aquele momento em que a nossa mente se encontra livre e sem pressões e a resposta aparece como que por magia. As nossas limitações naquele momento não estão a trabalhar e finalmente conseguimos ver o passo em frente a dar.
Nós humanos, vemos sempre a nossa realidade e não a realidade, por isso temos de ter cuidado e observarmos se não estamos a distorcê-la devido aos nossos conflitos interiores. Conflitos esses que precisam de ser resolvidos antes que causem mais danos na sua vida interior (a sua paz espiritual) e exterior (as suas relações com o mundo). Pense, se não existem situações padrão que o(a) têm acompanhado e das quais se queixa. São este tipo de situações que deve estar atento(a), para que possa detectar a tempo e finalmente soltar-se dessas correntes e permitir-se ser feliz como merece.
É claro que não erramos sempre sozinhos, mas boa parte da solução está na nossa mudança. Nem sempre existe a percepção de que estamos a magoar alguém, e também não temos uma bola de cristal para adivinhar algo que não é dito ou que é até escondido por medo ou vergonha. Se algo nos incomoda e nos mantivermos iguais tudo permanecerá igual, mas com previsão de pioras e não melhoras devido a uma possível saturação, mas se nós mudarmos, tudo à nossa volta também muda.
Pois uma acção tem sempre uma reacção!


"Be the change you want to see in the world!"

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Insegurança!

Quando a insegurança ataca-nos fortemente e tolda o nosso julgamento, vemos tudo de côr vermelha. Só nos apetece gritar, partir tudo, chorar, libertar aquela raiva que nos assola a alma de alguma forma. Contudo quando a cabeça está a arrefecer o raciocínio, a razão dão início ao reiniciar do cérebro. A nossa mente começa a entender que a explosão é exagerada, mas também reconhece a sua limitação, de que no momento lidar com as emoções é difícil e clarear o pensamento e o cenário à volta, torna-se confuso. O ideal é respirar, procurar não pensar demasiado no assunto no calor da hora, dormir sobre o assunto. De cabeça fria analisar as acções de todos, incluindo as nossas, pois por vezes podemos estar inconscientemente a despoletar determinadas atitudes por parte dos outros. Duas forças puxam! Neste momento devemos ter calma e ver com olhos de ver se as nossas reacções são justas ou meros reflexos das nossas inseguranças. Aqui devemos gritar bem alto interiormente: Escolho ouvir a voz da razão, da serenidade. Pois a outra voz apenas atormenta e faz de mim um monstro.
Por vezes, por nos deixarmos levar pelas nossas inseguranças vemos os nossos medos nas atitudes dos outros. Acabamos por procurar pêlo em ovo até, e quando há algo que remotamente nos faça ligar uma atitude a um medo, a nossa insegurança é accionada e deixamos de ver a realidade. É claro que muitas vezes os outros contribuem para o accionar da insegurança, só que na maioria das vezes nem sabem que o estão a fazer. Portanto a quem é inseguro, antes de dizer ou fazer o que quer seja, pense, reflicta, fale com um amigo(a). Faça por ver as coisas como simplesmente são. E depois então se achar necessário tome uma atitude.
Esta emoção quando o(a) controla, causa danos em si e nas suas relações com o mundo exterior, fá-lo(a) ter atitudes que no seu juízo perfeito, nunca teria ou faria. Até pensamentos esdrúxulos e negativos percorrem a sua mente. Mas tudo tem solução, todos temos um lado bom também e por isso de repente num momento calmo, você pára, olha para si e no que esteve a pensar e não se reconhece nem vê lógica. Aqui pare e pense não aja. Portanto a sua primeira preocupação deverá ser procurar ajuda para aprender a lidar com a sua insegurança e se possível extirpá-la do seu interior. O seu valor é único e sem igual. Não deixe que uma emoção destrua a sua vida, o(a) faça perder oportunidades, pessoas. Não se destrua!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

As crianças!!!!!!!! :)

As crianças são o melhor do mundo. E realmente o são. Com um simples gesto ou som conseguem desarmar o mais cruel dos cruéis. A sua inocência e ingenuidade um dia vividas, sei que poderão estar perdidas ou alteradas mas até lá...

Riqueza Interior

A vida tem portas e janelas que podem ser abertas em qualquer altura. Embora muitas vezes permanecemos entre as quatro paredes que as envolvem, existe um mundo fora do nosso mundo interior. Ao trocarmos experiências, informações, conhecimento, tornamo-nos pessoas mais ricas. Toda a cultura, sabedoria é riqueza interior. Mas a maior delas todas é o auto-conhecimento, o alimento da alma.
Sabermos lidar com as nossas limitações e aprender com elas, bem como tentar ultrapassá-las é uma premissa muito importante para a evolução.
Todo o nosso potencial merece ter bom uso. Um simples sorriso por vezes cura males de muitos.
O mal maior da sociedade, somos nós mesmos com as nossas inseguranças, medos e principalmente o temor da solidão.